Cidade-fantasma nos Estados Unidos é colocada à venda

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Se você é chegado em um filme de terror ou suspense pode ficar bem animado ao saber que nos Estados Unidos é possível comprar sua própria cidade-fantasma. A pequena Cabin Creek, no Colorado, fica a 45 minutos de Denver, e está sendo vendida por U$$ 350 mil (pouco mais de R$ 1 milhão na cotação atual).

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Segundo o anúncio publicado no site Craiglist, o terreno possui cerca de dois hectares e inclui uma série de ‘atrações’. Um posto de gasolina desativado, um motel abandonado com oito quartos, um restaurante-café à beira da estrada, um estacionamento de trailers com oito vagas, duas casas e um campo para prática de tiro.

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Além de muito espaço e tranquilidade, os interessados na cidade também podem ficar despreocupados com o quesito segurança. O terreno é todo equipado com sistemas de alarme e nem mesmo seres fantasmagóricos aparecem por lá.

De acordo com informações do anúncio da venda, os donos querem se desfazer da ‘peculiar’ propriedade pelo desejo de viajar o mundo.

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Casal constrói casa inspirada em contos de fadas e 100% orgânica

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No coração das montanhas Fagaras, na Romênia, você encontra o Vale dos Contos de Fada. Este pode ser mais um dos perfeitos castelos eco-friendly romenos, que se encaixam em todo o charme e magia de histórias que encantam. Olha só!

O castelo é ideia de Razran e Gabriela Vasile, cantores profissionais, que se mudaram de sua casa na cidade de Bucareste para fazer de um sonho uma realidade. Eles passaram dois anos com o arquiteto Ileana Mavrodin que fez o projeto de um edifício feito de 100% de palha orgânica, argila, pilares de madeira e areia.

Hoje, o castelo de 10 quartos, apropriadamente chamado de Castelo de argila do Vale das Fadas, está totalmente construído, e agora está sendo decorado. Os Vasiles tem planos para fazer dele um hotel (cada quarto tem seu próprio fogo a lenha) e um restaurante orgânico.

Embora o castelo ainda não esteja disponível para os hóspedes, muitos turistas visitam a região e aproveitam para contemplar as magníficas vistas sobre as montanhas dos Cárpatos.

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Siga o Castelo no Facebook e quem sabe você não se inspira para a sua próxima viagem. 😉

Todas as fotos © Castelul de Lut Valea Zanelor

Casal de vovôs ganha álbum cheio de fofura pra celebrar 63 anos de amor

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Não, não conseguimos parar. Por cada casal que se separa, por cada briga que nasce, um outro amor se levanta e fala mais alto. Nos últimos meses, temos mostrado exemplos de casais que souberam durar no tempo, companheiros de uma vida. Juvenal e Edna nos encantaram com a jovialidade e as cores de seu ensaio, Zeca Leal e Ivanira Milfont mostraram como os filhos podem multiplicar a paixão (eles tiveram 7, e agora 20 netos e 12 bisnetos) e Wang Deyi e Cao Yuehua usaram a nostalgia para lembrar que o amor pode ser eterno.

A história de hoje é de Wanda e Joe, um casal que é mais uma prova viva de que relacionamentos longos e felizes são possíveis. Eles se casaram em 1952 e continuam apaixonados como se estivessem naquele dia, já distante, em que seus caminhos se cruzaram pela primeira vez.

Para o aniversário de 63 anos de casados (sim, leu bem!), a neta Shalyn Nelson, que vive no Texas, EUA, decidiu oferecer para eles esse delicioso – e inspirador – ensaio fotográfico. As imagens fazem parte de um projeto da fotógrafa, chamado Love, The Nelsons, em que o objetivo é celebrar o amor duradouro.

Vem ver:

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Você pode seguir a fotógrafa no Instagram e no Facebook.

Todas as fotos © Shalyn Nelson

Fotógrafo cria série inspiradora para mudar a forma como olhamos para os estranhos

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Sem nomes, profissões, religiões, piadas, lições de vida, histórias pregressas ou morais da história; nada além de um rosto humano, iluminando-se com um sorriso em uma foto. Essa é a premissa do trabalho So I Asked The To Smile (“Eu então pedi para eles sorrirem”), do fotógrafo australiano Jay Wenstein.

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Jay vive na Índia desde criança, e a maior parte das fotos foi tirada justamente nas ruas do país. Tudo começou quando um estranho reagiu com desconforto à tentativa de Jay de registrar a espontaneidade de um instante súbito. Jay porém hesitou, e a espontaneidade se tornou tensão, e a foto se perdeu.

 Instantes depois, porém, o homem em questão pediu para ser fotografado. Jay se postou e, na hora em que disse “sorria!”, aquele rosto desconhecido se iluminou – e assim nasceu esse trabalho: documentar o efeito do sorriso no rosto de um estranho.

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O procedimento passou a ser um só: selecionar pessoas pelas ruas, e pedir a elas uma fotografia séria, e outra sorrindo. Assim, duas imagens ilustram perfeitamente como basta um sorriso para transformar a maneira com que olhamos um desconhecido.

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Todas as fotos © Jay Wenstein