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National Geographic (Mais fotografias aqui )

Os 8 saltos de paraquedas mais malucos da história

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Pular de paraquedas sempre é uma fonte de adrenalina para os aventureiros. Mas alguns saltos são ainda mais desafiadores que outros. Confira os 8 saltos mais assustadores da história humana:

8. O primeiro salto

Crédito: Science History Images:Alamy

A ideia de um paraquedas é antiga. Leonardo da Vinci projetou um deles com formato de pirâmide em seu caderno de desenhos. Mas não foi até 1797 que um paraquedista corajoso realizou o primeiro salto de grande altitude em relação ao chão.

Naquele ano, o balconista Andre-Jacques Garnerin usou um balão de ar quente para subir a uma altitude de 610m acima de Paris e saltar usando um paraquedas com formato de guarda-chuva feito de seda.

De acordo com o Museu Nacional Smothsonian do Ar e Espaço, esta não foi uma descida agradável. Os primeiros paraquedas eram rígidos e oscilavam com o vento. Um relato antigo descreve o estado do saltador depois de pousar: “extremamente pálido e com mal-estar temporário”.

7. O primeiro a morrer

Crédito: Chronicle :Alamy

Os modelos de paraquedas se tornariam melhores a partir do primeiro, que era rígido. Mas infelizmente nem todos sobreviveriam ao progresso. Em 1837, o artista britânico especialista em aquarela, Robert Cocking, projetou e testou um modelo com formato de cone, que segundo ele, seria mais estável que o paraquedas com formato de guarda-chuva. Ele estava errado.

Cocking pulou de um balão a uma altura de 1,5 km perto da cidade britânica de Greenwich. Seu erro foi no cálculo do peso do paraquedas, e todo o aparato despencou muito mais rápido do que o esperado antes de virar do avesso e quebrar de vez. O corpo de Cocking foi encontrado em um campo próximo.

 

6. De um avião

Crédito imagem: CSU Archives:Everett Collection

No começo do século XX, com a invenção do avião, os paraquedistas decidiram que queriam ainda mais emoção e passaram a saltar deles ao invés de balões.

Há controvérsia sobre quem foi o primeiro a pular de paraquedas de um avião: o paraquedista profissional Grant Morton recebe crédito de alguns, que dizem que ele saltou de um Wright B na Califórnia em 2011. Outras fontes dizem que o capitão do exército americano Albert Berry pulou de um Benoist em St. Louis em 1o de março de 1912.

Berry se seu piloto, Tony Jannus, atingiram altura de 457 m e o capitão subiu em uma barra abaixo do nariz do avião para pular. Ele caiu 152 m antes de abrir seu paraquedas.

5. Primeira mulher

Crédito imagem: Alamy

Georgia Ann Thompson Broadwick era uma mulher pequena, de apenas 1,52 m. Por isso, seu apelido era Tiny, ou Pequenina. Seus talentos com paraquedismo, porém, não eram nada pequenos. Em 1907, Broadwick viu um balão de ar quente de um desfile voador e se apaixonou instantaneamente pelo voo. Ela convenceu o dono do balão a contratá-la e treiná-la, e logo estava saltando pelos Estados Unidos.

Por acidente ela foi a primeira saltadora a fazer uma queda livre, quando a corda estática ficou presa na cauda do avião, em 1914. Essa corda era responsável por puxar o paraquedas da mochila do saltador quando ele pulava do avião. Broadwick abriu seu paraquedas manualmente e pousou em segurança.

Em 1922 ela desistiu do paraquedismo e passou a trabalhar em uma fábrica de pneus para pagar as contas.

4. No meio do incêndio

Crédito: Nature and Science:Alamy

Os Estados Unidos e Rússia são alguns dos países que contam com uma modalidade radical de bombeiros: bombeiros-paraquedistas. Eles são treinados para acessar terrenos que não poderiam ser alcançados pelo solo, como em reservas florestais.

O primeiro programa de “smokejumpers” dos EUA foi na década de 1930.

3. Mão inchada

Crédito imagem: Zuma

Para descobrir o que o corpo humano é capaz de suportar no caso de um desastre em grande altitude, o capitão Joseph Kittinger Jr, dos EUA, saltou três vezes de alturas impressionantes: 23,2 km, 22,7 km e 31,3 km.

Os saltos aconteceram em Tularosa, no estado de Novo México. “Foi definitivamente lindo, mas também muito hostil”, resumiu Kittinger ao jornal New York Times em 2008. Nesta ocasião, ele relembrou como sua mão direita inchou e ficou com o dobro do tamanho normal por conta de uma luva pressurizada que não funcionou direito.

2. Acidente de grande altitude

Crédito: Paul Fearn:Alamy

Em 1962, o piloto da URSS Pyotr Ivanovich Dolgov tentou um salto a 28,6 km como parte de um projeto que testava um novo traje pressurizado. O visor de Dolgov bateu e se quebrou na plataforma da qual ele pulou, porém, causando a despressurização do traje. Dolgov morreu antes mesmo de atingir o solo.

1. Velocidade do som

No dia 14 de outubro de 2012, o paraquedista australiano Felix Baumgartner completou com sucesso seu salto mais perigoso do currículo: em queda livre de uma altura de 37km, ele quebrou a velocidade do som. Este salto quebrou um recorde de 1960.

Bonus. Próximo salto insano

Crédito: Cirrus Project

O Bird-man britânico Fraser Corsan planeja bater quatro recordes no wingsuit: saltar da maior altitude, na maior velocidade, percorrendo a maior distância e voando pelo maior tempo. Para fazer isso, o saltador de 42 anos vai usar um macacão feito sob medida que vai permitir uma descida gradual sem diminuir a velocidade, para que ele possa bater este recorde também.

Ele quer pular de uma altura de 12 km, com velocidade máxima de 400km/h, percorrendo distância de 32km em um voo que vai durar 10 minutos.

A 12 km de altitude a atmosfera é tão rarefeita que ele vai precisar de um tanque de oxigênio, uma máscara especial e um regulador. A temperatura ali é de -50oC, por isso nenhum pedacinho de sua pele pode entrar em contato com o vento, ou ele terá terríveis queimaduras. Ele vai usar várias camadas de roupa térmica protetora e luvas e capacete aquecidos. Um sistema de GPS vai localizar Corsan e vai confirmar se ele quebrou qualquer um dos recordes.

Até chegar ao salto final e quebrar os recordes, o britânico vai realizar uma série de testes na última semana do mês de maio de 2017, sendo que o último salto está agendado para dia 29 de maio, no Canadá e EUA.

Fonte:[Livescience, Livescience]

Este time-lapse capturou o fenômenos de inversão das nuvens no Grand Canyon

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O Grand Canyon, localizado no Arizona, Estados Unidos, é, sem dúvidas, um dos lugares de beleza natural mais bonitos da Terra. Não é a toa que o local foi escolhido como uma das Sete Maravilhas Naturais do Mundo, fato que atrai milhares de turistas para o parque nacional todos os anos, tornando-o uma das atrações mais visitadas do país.

E o SKYGLOW, um crowdfunding que busca explorar os efeitos da poluição da luz urbana em contraste com algumas das áreas mais isoladas e escuras da América do Norte, foi até lá para criar um time-lapse incrível, onde captaram o fenômeno de inversão de temperatura.

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Ele ocorre quando o ar quente, em grandes altitudes, forma uma camada que mantém o ar frio e a poluição mais próximos do chão, e o resultado disso é uma incrível formação das nuvens em forma de uma espécie de tapete. O resultado é nada menos que incrível e mágico, confira abaixo:

Imagens © Divulgação SKYGLOW ;fonte: via

Série de fotos Polaroid traz uma nova visão da Colômbia, muito para lá de Narcos

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A relação do fotógrafo Matthew O’Brien com a Colômbia começou em 2003. Apesar de ter ouvido muitos relatos sobre a violência e o tráfico de drogas, o fotógrafo estadunidense decidiu conhecer o que o país tinha de mais bonito – e mostra que a Colômbia tem muito mais a oferecer do que vemos na série Narcos.

Em sua primeira viagem, Matthew fotografou os concursos de beleza colombianos com uma câmera 35mm. Quando foi convidado a voltar ao país, no ano seguinte, ele passou a capturar muitas fotografias com sua câmera Polaroid e passou a explorar todas as possibilidades do equipamento. Foi quando percebeu que queria usar justamente aquelas lentes para documentar a beleza e a diversidade da Colômbia.

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O projeto já dura 11 anos e se transformou no livro No Dar Papaya. Na obra, ele retrata as diversas faces da Colômbia com uma câmera Polaroid 690. Foram justamente as limitações do equipamento que chamaram sua atenção: ela possui apenas uma lente, não funciona bem com pouca luminosidade, oferece uma profundidade de campo superficial e o mínimo controle sobre a exposição.

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Em um cenário em que a fotografia está dominada pela pós-produção, a impossibilidade de retocar as imagens digitalmente também as tornava mais autênticas. Além disso, o fotógrafo relembra que, graças ao alto custo do filme, era necessário clicar as fotos de maneira bastante seletiva. Devido a todas essas dificuldades, Matthew conseguiu registrar suas viagens pela Colômbia de uma maneira totalmente nova, como se nos levasse a um passeio ao seu lado.

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Não há truques, edição de imagens e, em alguns casos, existe a sensação de que as fotos teriam ficado “mais bonitas” se fossem capturadas por um smartphone. A diferença é que a ênfase de suas imagens não está nos detalhes do ambiente, mas sim na atmosfera emocional criada pelas fotografias Polaroid.

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Segundo o fotógrafo contou ao PetaPixel, o nome do livro “No Dar Papaya” seria uma expressão comum usada na Colômbia para avisar a alguém para não mostrar-se vulnerável – algo como o nosso “não dar bandeira”. A obra está sendo vendida por US$ 45 (cerca de R$ 145) através da Amazon.

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Todas as fotos ©  Matthew O’Brien/No Dar Papaya  fonte: via