GALERIA DE FOTOGRAFIAS

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National Geographic (Mais fotografias aqui )

Estes 15 filhotes de hipopótamos vão melhorar seu dia

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Os hipopótamos não têm a melhor das reputações no Reino Animal, mas seus filhotes são simplesmente encantadores. Não tem como ver um hipopótamo bebê e não fazer a mesma cara que o gatinho de “Shrek”. Esses grandes animais – o terceiro maior mamífero terrestre do mundo, depois do elefante e do rinoceronte branco – existem há cerca de 55 milhões de anos. Eles vêm da África Subsaariana, e seu nome significa “Cavalo de Água” em grego antigo. Pode parecer uma surpresa, mas as relações de parentesco mais próximas dos hipopótamos são com baleias e golfinhos.

Sua dieta consiste principalmente de grama, e eles normalmente vivem por cerca de 45 anos. Apesar de sua aparência pesada, hipopótamos podem facilmente correr mais do que um ser humano – logo, é melhor manter a distância, uma vez que esses animais podem ser muito agressivos, especialmente quando ameaçados.

Fonte:[BoredPanda]

Brasileira com marca de nascença rara se recusa a removê-la e exalta-a em ensaio empoderador

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Há 24 anos nascia Mariana Mendes na cidade de Patos de Minas, a cerca de 300 km de Belo Horizonte. Desde bebê, ela tinha uma marca de nascença no rosto. Esse tipo de pinta é conhecida como nevo melanocítico congênito e ocorre em cerca de 1% dos recém-nascidos. Mariana faz parte dessa estatística – e adora!

A história da jovem, que hoje vive em Juiz de Fora, começou a se tornar conhecida quando um jornalista britânico viu suas fotos através do Instagram e entrou em contato com ela. Ela aceitou ser entrevistada por ele justamente para ajudar outras pessoas que possam se sentir mal por conta de alguma marca de nascença.

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Alguns veículos chegaram a se referir à jovem como modelo – o que ela poderia muito bem ser. Mariana é, na verdade, assistente de estilista, e quase ficou sem sua mancha característica: quando criança, chegou a iniciar o tratamento para remoção da pinta pois sua mãe achava que ela poderia sofrer bullying na escola. Aos seis anos, por decisão própria, deixou o tratamento de lado e não se arrepende. Pelo contrário: Mariana mostra toda a beleza que há em ser diferente.

As fotos dela exalam autoestima. Espia só:

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Todas as fotos © Mariana Mendez/Arquivo Pessoal fonte

Estudantes deixam abacaxi perdido em galeria e pessoas o confundem com arte

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Desde a virada do século XIX para o século XX, com o surgimento das vanguardas artísticas e a afirmação do que ficou conhecido como arte “conceitual”, que os limites pode ou não pode ser considerado arte tornaram-se virtualmente impossíveis de serem determinados.

Algumas experiências, porém, levam essa questão ao limite do absurdo: se no ano passado um simples par de óculos deixado no chão de uma galeria em São Francisco, nos EUA, foi tratado como se fosse uma obra, agora foi um mero abacaxi que, ao ser deixado sobre um suporte no meio de uma exposição, na dúvida passou a ser visto como se fosse arte – com direito a uma proteção de vidro.

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A exposição acontecia em uma galeria dentro de uma universidade na Escócia, e um grupo de estudantes da universidade admitiu terem comprado o abacaxi (por uma libra, pouco mais de 4 reais) e abandonado a fruta no meio do evento, entre as obras, para que fosse confundido com arte.

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E deu certo: quatro dias depois, ao retornar à galeria, descobriram o abacaxi protegido por um display de vidro, com toda pompa e circunstância de uma obra de fato. “Eu vi um mostrador vazio e decidi ver por quanto tempo o abacaxi ficaria ali até que as pessoas acreditassem se tratar de arte” , disse um dos estudantes.

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Uma das organizadoras da exposição garantiu não ter sido ela a colocar a proteção, por ter “alergia a abacaxi”. O mistério permanece, pois trata-se de um vidro pesado, que precisaria de 2 a 3 pessoas para move-lo até o mostrador. A organização decidiu manter o espírito da brincadeira, e incorporar o abacaxi à exposição – que trata de artes visuais e design.

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Não é fácil, de fato, interpretar e realmente compreender os limites do que pode ou não ser considerado arte hoje, e isso é uma virtude profunda e interessante das produções atuais, mas é também certo que basta um museu, uma galeria ou um curador dizer que algo possui um sentido profundo – ou melhor, basta parecer que uma dessas instituições disse – para que as pessoas encontrem valores e emoções em qualquer coisa. Até mesmo em um abacaxi esquecido.

© fotos: Reprodução fonte